In A Formosa Pintura do Mundo, Frederico Lourenço.
Começa hoje. (Ou há muito tempo. Se calhar até desde sempre. Mesmo desconhecendo).
Da mesma forma que pausou o Alma Sentida.
Com A fotografia.
Única e irrepetível.
Não podia ser de outra forma. Porque não há outra forma de amar:
De ouvidos a zunir.
De corações que duplicam de tamanho e não cabem no peito.
O registo manter-se à igual. Perto do que foi e do que será.
E do que está a ser. Muito do que está a ser. E será.
Ideias soltas. Vagabundas.
Ora sem ritmo. Ora dançáveis. Sentidas.
Sempre perto do sangue que acelera em vertigem a um toque.
Abre-se espaço ao branco e abdica-se, por tempo, do preto.
Porque se renova o Ar.
Não se exigem repetições, porque tudo é irrepetível.
Há sempre a velha história de procurar semelhanças. É inevitável. (Para alguns).
Afasto-me dessa confusão. Não entro por aí e não será aí que apareço.
Somos o que somos. Não somos?
É o Admirável Mundo Novo.
1 comentário:
Não gosto sequer de pensar que algum dia andaste perdido, mas é bom demais sentir que me deixaste encontrar-te :)
Única e irrepetível... sim!
Mas prefiro especial e frequente ;)
Como quem dança na rua...
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